Detrás da rocha

Serra da Freita

O sol prestes a tocar o mar em mais um final de dia na Freita. Serra da Freita, Arouca, Portugal, 2011.

Vale coberto

Serra da Freita

Vale de Arouca coberto de nuvens. Serra da Freita, Arouca, Portugal, 2010.

Praia da Madalena (II)

Praia da Madalena

Praia da Madalena no Inverno. Vila Nova de Gaia, Portugal, 2011.

O Verão finalmente “apareceu”. Na falta de outra, aqui fica outra foto da Praia da Madalena no Inverno.

Ondas do Paiva

Rio Paiva

Ondas formadas nos rápidos do Rio Paiva. Arouca, Portugal, 2010.

WOW

Wow

Padrão curioso numa rocha. Serra da Freita, Arouca, Portugal, 2010.

Praia da Madalena

Praia da Madalena

Praia da Madalena no Inverno. Vila Nova de Gaia, Portugal, 2011.

O Verão ainda não chegou.

Islândia 2010 – Conselhos para o viajante

Alftavatn

Manhã em Alftavatn. Islândia, 2010.

Para finalizar a série de artigos sobre a Islândia, deixo alguns conselhos e factos úteis para o viajante.
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Islândia 2010 – Parte V

Reykjavík

Perto da meia-noite, o Sol ainda ilumina a Hallgrímskirkja e a estátua de Leif Ericson. Reykjavik, Islândia, 2010.

Dias 6 e 7: Reykjavik e regresso a Portugal

Durante o trekking deitava-me cedo, pois o cansaço da caminhada assim obrigava. Assim, só em Reykjavik pude apreciar pela primeira vez o sol da meia-noite.

Antes de viajar para a Islândia, diziam-me que não ia ser fácil dormir com luz solar permanente durante 24 horas. Bom, se durante o trekking não foi problema, em Reykjavik começaram-se a sentir os efeitos secundários. É muito estranho chegar à hora de ir dormir e ver o sol lá fora (embora só de vez em quando, pois o céu estava sempre muito nublado): o corpo está cansado e quer ir dormir, mas a cabeça diz-nos para ir lá para fora “fazer coisas”. No entanto, reconheço que mais estranho ainda foi quando cheguei a Portugal e vi noite escura pela primeira vez em 8 dias. Baralha-nos o sistema.

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Islândia 2010 – Parte IV

þórsmörk

Bússola no topo do Valahnúkur. Islândia, 2010.

Dia 4: Emstrur - Þórsmörk

A longa travessia no deserto iria continuar durante todo o dia até chegarmos a Þórsmörk (para saber como pronunciar é só ir aqui). Este terá sido mesmo o dia menos interessante.

Não me interpretem mal, as paisagens continuavam a ser belíssimas, mas as expectativas dos dias anteriores foram tão largamente ultrapassadas que cortaram drasticamente no rating de um belo dia como este. Olhar a vastidão dos glaciares de Mýrdalsjökull e Eyjafjallajökull – o “vulcão islandês” – ou rodear o Einhyrningur (“Montanha-Unicórnio”), acabou por ser um pouco desvalorizado relativamente aos primeiros dias.

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Islândia 2010 – Parte III

Innri-Emstrua II

Garganta do rio Innri-Emstrua. Islândia, 2010.

Dia 3: Alftavatn – Emstrur

Foi-se a tempestade. O tempo estava muito melhor que no dia anterior, e o sol de vez em quando aparecia, intercalado por alguns chuviscos. Nada de especial, estava um óptimo dia para caminhar e estavam prometidas algumas travessias de rios e mais uma mudança radical de paisagem: do tapete verde de Alftavatn para o deserto negro de Mælifellssandur (pesquisar/copiar/colar mais uma vez…). Para facilitar, chamemos-lhe apenas “deserto negro” daqui para a frente. Adiante.

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